Na escola onde X. andava, de noite, pois de dia trabalhava, biscates varios, estudava uma mulher, dos seus 35 anos que o olhava de maneira especial sempre que se cruzavam, a entrada das aulas ou nos corredores. X era um jovem com 16 anos, que apesar de ter tido o 1º contacto sexual cerca dos 13, era inocente nas coisas do amor.
Uma noite, por falta de um professor, ambos sairam em direcçao ao mesmo cafe para passarem a hora que tinham livre. Chegados ao mesmo, X pediu um cafe e Suzana, o nome da tal mulher, disse ao empregado para levar os dois cafes, o de X e o dela mesma para uma mesa, convidando X a sentar-se junto a ela. Era uma bela e sensual mulher, com voz doce e maneiras suaves.
A conversa começou em relaçao a disciplinas em que ambos tinham dificuldade, debateram alguns testes que fizeram, mas nessa altura ja as pernas dela roçavam tudo o que era de X, que com a fogosidade propria da idade em conjunto com a inocencia, olhou para ela com um misto de desejo e desconforto.
Claro que Suzana sabia perfeitamente o estado em que X. estava e convidou-o a sair dali, o que X. agradeceu intimamente.
Saidos do cafe passearam pela zona ate que numa area de canaviais Suzana parou e deu um beijo em X, que correspondeu com alguns apalpoes no sexo e cu dela, que de tanta tesao ja gemia e, tirando-lhe o caralho das calças logo enfiou na boca.
Um bom broche e sempre entusiasmante, mas para um miudo e mais que isso, e a certeza que o orgasmo e quase imediato. Envergonhado mas com o caralho teso, outra caracteristica da juventude, desajeitadamente, introduzio o caralho com força em Suzana que de tao pronta que estava nem notou o mau jeito e veio-se quase de imediato, para grande satisfaçao de X.
Depois de compostos,ja de maos dadas,seguiram caminho,nao de volta a escola,mas para casa de uma amiga dela, que estava fora,no estrangeiro e tinha-lhe confiado a guarda da mesma. La chegados Suzana, disse-lhe:
-X. a partir de agora vou ser tua, vou querer tudo o que es capaz de me dar, quero que me des algo que nao tenho na minha vida de casada.
Claro que X. estava entusiasmado,depois do que tinha acontecido a confiança voltou e estava disposto a tudo.Queria foder, ser homem, sentir que podia fazer uma mulher feliz.
Entao, sem mais preambulos, Suzana poe-se de joelhos e baixando as calças de X. enfia o caralho todo na boca, olhando nos olhos X. que por instinto começa um vai vem alucinante. Quando esta quase a vir-se, Suzana retira o caralho e faz pressao na veia do caralho junto ao começo do mesmo, o que confundiu X. ate porque por muita vontade que tivesse,nao se vinha, nao explodiu naquele momento.Acalmou e ela olhando-o disse:
-X., tem sempre em atençao a mulher, nao penses so em ti, no teu prazer. Uma mulher da sempre mais do que recebe,desde que receba, desde que se sinta respeitada e que se preocupem com o bem estar dela.
Essas palavras nunca mais sairam da cabeça de X.. Entao de repente Suzana diz-lhe:
-X, quero sentir dor,preciso sentir dor...es capaz de ma dar?Escolhe a maneira, sabes como o fazer, enquanto me enfias preocupa-te em bater-me no rabo, puxar-me o cabelo, qq coisa que nao me marque mas que me doa bastante...
Claro que mais uma vez ele nao ficou muito a vontade e entrou nela,desta vez menos impetuoso, metendo e em cada investida mais funda dava um estalo no cu de Suzana que olhava com ar aprovador, como que incentivando a faze-lo. Aquilo começou a mexer com X.....Assim, X.percebeu que se se concentrasse nas palmadas a sensaçao de estar quase a vir nao aparecia, resolveu inovar...
Tirando o cinto, começou a bater em Suzana com força moderada,aparecendo alguns traços de pele dela mais avermelhados o que o encantou....isso e os gritos de tesao e dor de Suzana que nao se cansava de o incentivar enquanto se vinha por diversas vezes.
X., que agora sim, estava a ponto de se vir, tirou fora para que tal nao acontecesse mas Suzana nao se compadeceu e metendo-o na boca quis o prazer dele. So que instintivamente X. agora completamente seguro, agarrando-lhe pelo cabelo guiava a entrada na boca como queria. Ate que o inevitavel aconteceu e ela bebeu todo o mel que X. lhe ofereceu nesse momento.
Apos tomarem um banho, sairam directos a casa dela onde X. fez questao de a levar.
Muitas outras sessoes, muitas outras descobertas,muitos outros ensinamentos se sucederam a partir daquele dia, dia em que X. descobriu a sua verdadeira vocaçao sexual para dominador e fez dele o que e hoje.
N.B- como devem ter entendido X. sou eu proprio e isto e a historia da minha descoberta sexual.Suzana e um nome fictício, por respeito a uma mulher que fez de mim homem...uma mulher que considero uma mae em ensinamentos sexuais,em descoberta de mim mesmo.

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